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domingo, 30 de agosto de 2009

Vejam só...

Se alguém dissesse que esse poema fora escrito para mim eu acreditaria.



"Não olhe para trás
Nem se lamente
Você fez tudo consciente
Segue seu caminho agora

A ilusão te enganou
Não foi?
Achou mesmo que o amor
Estivesse à sua disposição?

Que engano meu Amor...
O Amor é tão raro
Uma dádiva de Deus!

Lamentável o seu feito...
Plantou lamento e dor
Pensou apenas em seu viver....
E o que pretendia colher????

Não olhe para trás
Agora é tarde.
Segue seu destino e que a maldade
Não faça mais parte
Das suas ações.

Contente-se com os poemas
Retratos de uma história...
Pois o gosto, o perfume e o sabor
Daquele verdadeiro amor
Só mesmo na sua memória! "

E assim...

Não havia nada a dizer
Era uma coisa que custava a crer
Mas era verdade e não se podia negar
Uma coisa era certa, era por te amar.

Só contigo encontrei o amor verdadeiro
E nunca imaginei que me pudesses faltar
Até já imaginava um dia casar
E contigo para sempre ficar.

Sabia que um dia tudo iria acabar
Irias esquecer-me e eu iria sofrer
Mas mesmo sabendo o que iria acontecer

Sorri-te e disse a cantar:

Não me deixes só
Não posso viver sem ti
O meu coração transforma-se em pó

Por favor,preciso de ti
Olha para mim

Estou a sofrer...
És a luz que me ilumina
Não consegues ver?
Pois não

Acho que o nosso Amor

Chegou ao fim....

bin nicht ohne dich meine Liebe nicht ein.

"Mais uma vez sai magoado.
Mais uma vez estou a sofrer.
Porque??
Será minha sina,
Será karma.

Tudo dei,
Tudo fiz,
E nada vi fazer.

Vou para um canto.
Mais uma vez chorar,
me isolar.

Tentar me curar.
Tentar me levantar.
Tentar viver, desta vez sem ti.

Tentar, só tentar.
Pois, não sei se me vou levantar"

domingo, 23 de agosto de 2009

O primeiro Tchai a gente não esquece!!!

Gente! Acabo de fazer o meu primeiro Tchai. O Manish já tinha me passado a receita há um tempão mas tava enrolando. Ontem resolvi fazer.
E não é que esse treco é gostoso. Nada que se diga "Nossa! Como é bom." Mas dá pra beber tranquilo. Eu admito que estava um pouco receosa de tomar o primeiro gole. Mas fui gostando.

Esqueci de fazer uma fotografia dele pra guardar de recordação. Mas tudo bem, da próxima eu tiro.

Receitinha pra quem quiser fazer também.

2 xícaras de chá de água
1 xícara de chá de leite
2 colheres de sopa de chá preto
1 colher de café de açucar
Canela, cravo, cardamomo, pimenta, anis... à gosto.

Coloque a água e o leite numa chaleira deixa aquecer, acrescente os outros ingredientes e deixe ferver. Sirva bem quente.
Serve duas xícaras.


Da próxima vou arriscar um pouco mais nas especiarias.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Hora do Planeta 2009

A Hora do Planeta é um ato simbólico no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas. O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem o significado de chamar para uma reflexão sobre o tema ambiental.

Conhecido mundialmente como Earth Hour, a Hora do Planeta será promovida no País pela primeira vez pelo WWF-Brasil e conta com a adesão e apoio do Rio de Janeiro , a primeira cidade brasileira a aderir à iniciativa.

Em 2009, a Hora do Planeta será realizada no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, e pretende contar com a adesão de mais de mil cidades e 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Mais de 170 cidades de 62 países já confirmaram sua adesão à Hora do Planeta.

Realizada pela primeira vez em 2007, a Hora do Planeta contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. Já em 2008, o movimento contou com a participação de 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco e da Opera House, em Sidney, entre outros ícones mundiais.


Cadastre-se já no site
Hora do Planeta e participe também deste movimento.



texto extraído do site Hora do Planeta.

sexta-feira, 6 de março de 2009

O Pequeno Príncipe

As pessoas têm estrelas que não são as mesmas.
Para uns, que viajam, as estrelas são guias.
Para outros, elas não passam de pequenas luzes.
Para outros, os sábios, são problemas.
Para o meu negociante, eram ouro.
Mas todas essas estrelas se calam.
Tu porém, terás estrelas como ninguém...
Quero dizer: quando olhares o céu de noite,
(porque habitarei uma delas e estarei rindo),
então será como se todas as estrelas te rissem!
E tu terás estrelas que sabem sorrir!
Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido.
Tu serás sempre meu amigo
(basta olhar para o céu e estarei lá).
Terás vontade de rir comigo.
E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto...
e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu.
Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!

Antoine de Saint-Exupèry

ACASO

Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, pois cada pessoa é única
e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, mas não vai só
nem nos deixa sós.
Leva um pouco de nós mesmos,d
eixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito,
mas há os que não levam nada.

Há os que deixam muito,
mas não há os que não deixam nada.
Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
e a prova de que duas almas
não se encontram ao acaso. "


Antoine de Saint-Exupéry

VERSOS ÍNTIMOS

Vês?! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te a lama que te espera!
O Homem que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera

Toma um fósforo, acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro.
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa ainda pena a tua chaga
Apedreja essa mão vil que te afaga.
Escarra nessa boca de que beija!

Augusto dos Anjos

Meu Sonho

Eu

Cavaleiro das armas escuras,
Onde vais pelas trevas impuras
Com a espada sangüenta na mão?
Por que brilham teus olhos ardentes
E gemidos nos lábios frementes
Vertem fogo do teu coração?

Cavaleiro, quem és? o remorso?
Do corcel te debruças no dorso.
E galopas do vale através.
Oh! da estrada acordando as poeiras
Não escutas gritar as caveiras
E morder-te o fantasma nos pés?

Onde vais pelas trevas impuras,
Cavaleiro das armas escuras,
Macilento qual morto na tumba?
Tu escutas.
Na longa montanha
Um tropel teu galope acompanha?
E um clamor de vingança retumba?

Cavaleiro, quem és? - que mistério,
Quem te força da morte no império
Pela noite assombrada a vagar?


O Fantasma

Sou o sonho da tua esperança,
Tua febre que nunca descansa,
O delírio que te há de matar!

Álvares de Azevedo

A RUA DOS CATAVENTOS

Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.

Hoje, dos meu cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de Vela amarelada,
Como único bem que me ficou.

Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada!
Pois dessa mão avaramente adunca
Não haverão de arracar a luz sagrada!

Aves da noite! Asas do horror! Voejai!
Que a luz trêmula e triste como um ai,
A luz de um morto não se apaga nunca!

Mario Quintana

Dia Internacional da Mulher

Mulheres

Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.

Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.

Elas andam sem novos sapatos
para suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao medico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.

Elas choram quando suas crianças adoecem
e se alegram quando suas crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre
um aniversario ou um novo casamento.

Pablo Neruda

segunda-feira, 2 de março de 2009

Solidão - Português



Soledad - Espanhol

Loneliness - Inglês

Einsamkeit - Alemão

Solitude - Francês

Solitudine - Italiano

Cамота - Búlgaro

Solitud - Catalão

Osamljenost - Croata

Ensomhed - Dinamarquês

Samota - Eslovaco

Yksinäisyys - Finlandês

Sólida - Galego

Μοναξιά - Grego

בדידות - Hebraico

Eenzaamheid - Holandês

Magányosság - Húngaro

अकेलापन - Hindi

Kesendirian - Indonésio

Vientulība - Letão

Vienatvė - Lituano

Solitudni - Maltês

Ensomhet - Norueguês

Samotność - Polonês

Singurătate - Romeno

Одиночество - Russo

ensamhet- Sueco

Kapanglawan - Tagalo

Yalnızlık - Turco

Самотність - Ucraniano

Cô đơn - Vietnamita

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Ampulheta

Existem, como sempre, recomeços,
E o tempo faz as suas alquimias,
Traz e leva, burila as mais-valias,
Com belas atrações para endereços!

No caminhar, terão litígio os dias,
Ainda que haja quedas e tropeços,
Terão brancos ou negros adereços,
Só dependem de nossas fantasias!
São vestimentas, simples vestimentas,

Trazidas, mostram os muitos etcéteras...

Vida anciã! – Quem és tu que argumentas?
– Sou as antropofágicas virtudes,

Do tempo, devorando as próprias vísceras,
Que divergentes tomam atitudes!

Zé Salvador.
06/01/09.

Soneto da bela menina triste

Menina triste que deita em fagulhas
Teu leito aquece, pois tem o calor,
Faz-te mimo o vestir-se de amor;
Em vistosa afeição, sei que mergulhas!

Mesmo se leda ou triste, como for
Brinca só, a menina das borralhas.
Terna, com seus botões com suas medalhas
Escuta um repicar longe, um tambor.

Lá no seu leito que não é de morte,
Criança vivaz, lépida e sapeca,
Burila um viver, sonda sua a sorte.

Ah, mimosa princesa doutro norte.
Passeias nas manhãs com tua boneca,
Encanta, o teu sonhar como suporte!

Dueto
Zé Salvador & Ricardo S. Reis

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Discurso de Posse - Barack Obama (Janeiro de 2009)

"My fellow citizens: I stand here today humbled by the task before us, grateful for the trust you have bestowed, mindful of the sacrifices borne by our ancestors. I thank President Bush for his service to our nation, as well as the generosity and co-operation he has shown throughout this transition.
Forty-four Americans have now taken the presidential oath. The words have been spoken during rising tides of prosperity and the still waters of peace. Yet, every so often the oath is taken amidst gathering clouds and raging storms. At these moments, America has carried on not simply because of the skill or vision of those in high office, but because We the People have remained faithful to the ideals of our forbearers, and true to our founding documents.
So it has been. So it must be with this generation of Americans.
That we are in the midst of crisis is now well understood. Our nation is at war, against a far-reaching network of violence and hatred. Our economy is badly weakened, a consequence of greed and irresponsibility on the part of some, but also our collective failure to make hard choices and prepare the nation for a new age. Homes have been lost; jobs shed; businesses shuttered. Our health care is too costly; our schools fail too many; and each day brings further evidence that the ways we use energy strengthen our adversaries and threaten our planet.
These are the indicators of crisis, subject to data and statistics. Less measurable but no less profound is a sapping of confidence across our land - a nagging fear that America's decline is inevitable, and that the next generation must lower its sights.
Foto: Reprodução/Site Wordle.net Montagem mostra palavras do discurso de posse de Obama; quanto maior a palavra, mais ela foi pronunciada (Foto: Reprodução/Site Wordle.net)Today I say to you that the challenges we face are real. They are serious and they are many. They will not be met easily or in a short span of time. But know this, America - they will be met.
On this day, we gather because we have chosen hope over fear, unity of purpose over conflict and discord.
On this day, we come to proclaim an end to the petty grievances and false promises, the recriminations and worn out dogmas, that for far too long have strangled our politics.
We remain a young nation, but in the words of Scripture, the time has come to set aside childish things. The time has come to reaffirm our enduring spirit; to choose our better history; to carry forward that precious gift, that noble idea, passed on from generation to generation: the God-given promise that all are equal, all are free, and all deserve a chance to pursue their full measure of happiness.
In reaffirming the greatness of our nation, we understand that greatness is never a given. It must be earned. Our journey has never been one of short-cuts or settling for less. It has not been the path for the faint-hearted - for those who prefer leisure over work, or seek only the pleasures of riches and fame. Rather, it has been the risk-takers, the doers, the makers of things - some celebrated but more often men and women obscure in their labour, who have carried us up the long, rugged path towards prosperity and freedom.
For us, they packed up their few worldly possessions and travelled across oceans in search of a new life.
For us, they toiled in sweatshops and settled the West; endured the lash of the whip and ploughed the hard earth.
For us, they fought and died, in places like Concord and Gettysburg; Normandy and Khe Sahn.
Time and again these men and women struggled and sacrificed and worked till their hands were raw so that we might live a better life. They saw America as bigger than the sum of our individual ambitions; greater than all the differences of birth or wealth or faction.
This is the journey we continue today. We remain the most prosperous, powerful nation on Earth. Our workers are no less productive than when this crisis began. Our minds are no less inventive, our goods and services no less needed than they were last week or last month or last year. Our capacity remains undiminished. But our time of standing pat, of protecting narrow interests and putting off unpleasant decisions - that time has surely passed. Starting today, we must pick ourselves up, dust ourselves off, and begin again the work of remaking America.
For everywhere we look, there is work to be done. The state of the economy calls for action, bold and swift, and we will act - not only to create new jobs, but to lay a new foundation for growth. We will build the roads and bridges, the electric grids and digital lines that feed our commerce and bind us together. We will restore science to its rightful place, and wield technology's wonders to raise health care's quality and lower its cost. We will harness the sun and the winds and the soil to fuel our cars and run our factories. And we will transform our schools and colleges and universities to meet the demands of a new age. All this we can do. And all this we will do.
Now, there are some who question the scale of our ambitions - who suggest that our system cannot tolerate too many big plans. Their memories are short. For they have forgotten what this country has already done; what free men and women can achieve when imagination is joined to common purpose, and necessity to courage.
What the cynics fail to understand is that the ground has shifted beneath them - that the stale political arguments that have consumed us for so long no longer apply. The question we ask today is not whether our government is too big or too small, but whether it works - whether it helps families find jobs at a decent wage, care they can afford, a retirement that is dignified. Where the answer is yes, we intend to move forward. Where the answer is no, programs will end. And those of us who manage the public's dollars will be held to account - to spend wisely, reform bad habits, and do our business in the light of day - because only then can we restore the vital trust between a people and their government.
Nor is the question before us whether the market is a force for good or ill. Its power to generate wealth and expand freedom is unmatched, but this crisis has reminded us that without a watchful eye, the market can spin out of control - and that a nation cannot prosper long when it favours only the prosperous. The success of our economy has always depended not just on the size of our Gross Domestic Product, but on the reach of our prosperity; on our ability to extend opportunity to every willing heart - not out of charity, but because it is the surest route to our common good.
As for our common defence, we reject as false the choice between our safety and our ideals. Our Founding Fathers, faced with perils we can scarcely imagine, drafted a charter to assure the rule of law and the rights of man, a charter expanded by the blood of generations. Those ideals still light the world, and we will not give them up for expedience's sake. And so to all other peoples and governments who are watching today, from the grandest capitals to the small village where my father was born: know that America is a friend of each nation and every man, woman, and child who seeks a future of peace and dignity, and that we are ready to lead once more.
Recall that earlier generations faced down fascism and communism not just with missiles and tanks, but with sturdy alliances and enduring convictions. They understood that our power alone cannot protect us, nor does it entitle us to do as we please. Instead, they knew that our power grows through its prudent use; our security emanates from the justness of our cause, the force of our example, the tempering qualities of humility and restraint.
We are the keepers of this legacy. Guided by these principles once more, we can meet those new threats that demand even greater effort - even greater cooperation and understanding between nations. We will begin to responsibly leave Iraq to its people, and forge a hard-earned peace in Afghanistan. With old friends and former foes, we will work tirelessly to lessen the nuclear threat, and roll back the spectre of a warming planet. We will not apologise for our way of life, nor will we waver in its defense, and for those who seek to advance their aims by inducing terror and slaughtering innocents, we say to you now that our spirit is stronger and cannot be broken; you cannot outlast us, and we will defeat you.
For we know that our patchwork heritage is a strength, not a weakness. We are a nation of Christians and Muslims, Jews and Hindus - and non-believers. We are shaped by every language and culture, drawn from every end of this Earth; and because we have tasted the bitter swill of civil war and segregation, and emerged from that dark chapter stronger and more united, we cannot help but believe that the old hatreds shall someday pass; that the lines of tribe shall soon dissolve; that as the world grows smaller, our common humanity shall reveal itself; and that America must play its role in ushering in a new era of peace.
To the Muslim world, we seek a new way forward, based on mutual interest and mutual respect. To those leaders around the globe who seek to sow conflict, or blame their society's ills on the West - know that your people will judge you on what you can build, not what you destroy. To those who cling to power through corruption and deceit and the silencing of dissent, know that you are on the wrong side of history; but that we will extend a hand if you are willing to unclench your fist.
To the people of poor nations, we pledge to work alongside you to make your farms flourish and let clean waters flow; to nourish starved bodies and feed hungry minds. And to those nations like ours that enjoy relative plenty, we say we can no longer afford indifference to suffering outside our borders; nor can we consume the world's resources without regard to effect. For the world has changed, and we must change with it.
As we consider the road that unfolds before us, we remember with humble gratitude those brave Americans who, at this very hour, patrol far-off deserts and distant mountains. They have something to tell us today, just as the fallen heroes who lie in Arlington whisper through the ages. We honor them not only because they are guardians of our liberty, but because they embody the spirit of service; a willingness to find meaning in something greater than themselves. And yet, at this moment - a moment that will define a generation - it is precisely this spirit that must inhabit us all.
For as much as government can do and must do, it is ultimately the faith and determination of the American people upon which this nation relies. It is the kindness to take in a stranger when the levees break, the selflessness of workers who would rather cut their hours than see a friend lose their job which sees us through our darkest hours. It is the fire-fighter's courage to storm a stairway filled with smoke, but also a parent's willingness to nurture a child, that finally decides our fate.
Our challenges may be new. The instruments with which we meet them may be new. But those values upon which our success depends - hard work and honesty, courage and fair play, tolerance and curiosity, loyalty and patriotism - these things are old. These things are true. They have been the quiet force of progress throughout our history. What is demanded then is a return to these truths. What is required of us now is a new era of responsibility - a recognition, on the part of every American, that we have duties to ourselves, our nation, and the world, duties that we do not grudgingly accept but rather seize gladly, firm in the knowledge that there is nothing so satisfying to the spirit, so defining of our character, than giving our all to a difficult task.
This is the price and the promise of citizenship.
This is the source of our confidence - the knowledge that God calls on us to shape an uncertain destiny.
This is the meaning of our liberty and our creed - why men and women and children of every race and every faith can join in celebration across this magnificent mall, and why a man whose father less than sixty years ago might not have been served at a local restaurant can now stand before you to take a most sacred oath.
So let us mark this day with remembrance, of who we are and how far we have travelled. In the year of America's birth, in the coldest of months, a small band of patriots huddled by dying campfires on the shores of an icy river. The capital was abandoned. The enemy was advancing. The snow was stained with blood. At a moment when the outcome of our revolution was most in doubt, the father of our nation ordered these words be read to the people: "Let it be told to the future world...that in the depth of winter, when nothing but hope and virtue could survive...that the city and the country, alarmed at one common danger, came forth to meet [it]."
America. In the face of our common dangers, in this winter of our hardship, let us remember these timeless words. With hope and virtue, let us brave once more the icy currents, and endure what storms may come. Let it be said by our children's children that when we were tested we refused to let this journey end, that we did not turn back nor did we falter; and with eyes fixed on the horizon and God's grace upon us, we carried forth that great gift of freedom and delivered it safely to future generations."

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(tradução livre do discurso acima)


“Meus concidadãos: Eu estou aqui hoje humildemente aceitando a tarefa que temos diante de nós, grato pela confiança que vocês me tem oferecido, tendo em conta os sacrifícios suportados pelos nossos antepassados. Agradeço ao presidente Bush pelo seu serviço à nossa nação, bem como a generosidade e a de cooperação que demonstrou durante toda esta transição.
Quarenta e quatro norte-americanos prestaram o juramento presidencial. As palavras foram ditas
durante a subida das marés da prosperidade ou ainda em calmarias. No entanto, tantas outras vezes o juramento foi feito em meio à nuvens de tempestades.
Nesses momentos, a América tem transportado a não simplesmente por causa da habilidade ou visão dos que estão no alto cargo, mas porque as pessoas têm-se mantido fiéis aos ideais da nossa fundação, e fiéis aos nossos documentos de fundação.
Portanto, ele foi feito. Então ele deve estar com esta geração de americanos.
Que estamos no meio da crise está agora bem claro. Nossa nação está em guerra contra uma ampla rede de violência e ódio. A nossa economia está muito enfraquecida, uma conseqüência da ganância e da irresponsabilidade por parte de alguns, mas também o nosso fracasso coletivo de fazer escolhas difíceis e preparar o povo para uma nova era. Casas foram perdidas; empregos perdidos; empresas blindadas. A nossa saúde é demasiado onerosa; nossas escolas não demasiadas, e cada dia traz novas provas de que as maneiras de usar a energia e reforçar os nossos adversários ameaçam o nosso planeta. Estes são os indicadores de crise, em função dos dados e estatísticas.
Menos mensurável, mas não menos profunda é uma onda de desconfiança em toda a nossa terra – teme-se que o declínio da América seja inevitável, e que a próxima geração reduza os seus pontos turísticos.
Hoje eu digo a vocês que os desafios que enfrentamos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão facilmente derrotados ou em um curto espaço de tempo. Mas sei de uma coisa América – eles serão derrotados.
Neste dia, aqui reunidos porque optamos pela esperança sobreposta ao medo, a unidade de efeito ao longo do conflito e discórdia.
Neste dia, chegamos a proclamar o fim das injustiças e mesquinhas falsas promessas, as recriminações e desgastados dogmas, que durante demasiado tempo têm estrangulado a nossa política.
Continuamos a ser uma jovem nação, mas, nas palavras das Escrituras, é chegado o momento de retirada das coisas infantis. Chegou o momento de reafirmar o nosso espírito duradouro; para escolher o nosso melhor na história, para levar adiante esse dom precioso, que é a nobre idéia, transmitida de geração em geração:
Deus disse que todos são iguais, todos são livres, e todos merecem uma oportunidade de prosseguir a sua plena medida da felicidade. Ao reafirmar a grandeza da nossa nação, nós entendemos que a grandeza não é nunca um presente. Deve ser conquistado.
Nossa viagem nunca foi curta ou fácil. Não tem sido um caminho para covardes, para
quem prefere o lazer ao trabalho, ou procura apenas os prazeres da riquezas e da fama. Pelo contrário, ela tem sido para corajosos, os desbravadores, os inventores – alguns comemoraram, mas mais frequentemente homens e mulheres que trabalhavam na obscuridade é que nos levam em frente na caminhada rumo à prosperidade e à liberdade.
Por nós, eles embalaram por suas poucas posses mundanas e viajaram através dos oceanos em busca de uma vida nova. Por nós, eles foram capturados, vendidos e trazidos para o Ocidente; suportaram o açoite do chicote e lavraram a dura terra. Por nós, eles lutaram e morreram, em lugares como a Concord e Gettysburg; Normandia e Khe Sahn.
De novo e de novo estes homens e mulheres lutaram, se sacrificaram e trabalharam até as suas mãos sagrarem, para que hoje possamos viver uma vida melhor. Eles viram a América como maior do
que a soma das nossas ambições individuais; superior a todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou raça.
Esta é a viagem que continuamos hoje. Continuamos a ser a mais próspera e poderosa nação na Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando a crise começou. Nossas
mentes não são menos inventivas, os nossos bens e serviços necessários nada menos do que estavam na semana passada ou no último mês ou no ano passado. Nossa capacidade permanece inalterada. Mas o nosso tempo de ficar parado, de proteger nossos patrimônios e de adiar as decisões desagradáveis, tenho certeza, esse tempo passou. A partir de hoje, temos de nos erguer, sacudir a poeira, e começar novamente o trabalho de transformação da América.
Para todo lado que olhamos, há trabalho a ser feito. O estado da economia exige uma ação, ousada e rápida, e vamos agir - não apenas para criar novos empregos, mas para estabelecer uma nova base para o crescimento.
Vamos construir as estradas e pontes, instalações elétricas e redes digitais linhas que alimentam o nosso comércio e nos unem. Vamos restabelecer a ciência para o seu legítimo lugar, e fazer maravilhas na tecnologia para aumentar a qualidade de saúde e reduzir o seu custo. Vamos aproveitar o sol, os ventos e o solo para alimentar os nossos carros e executar nossas fábricas. E vamos transformar as nossas escolas, faculdades e universidades para atender as demandas de uma nova era. Tudo isto é possível. E tudo isto, vamos fazer.
Agora, existem alguns que questionam a escala das nossas ambições – que sugerem que o nosso sistema não pode tolerar tantos e tão grandes planos. Suas memórias são curtas.
Parece que esqueceram o que este país já fez, o que os homens e as mulheres podem realizar quando usam a imaginação. É um objetivo comum e requer coragem.
O que eles não compreendem é que o terreno mudou debaixo deles – que os argumentos políticos que tem nos consumido-nos há tanto tempo já não se aplicam.
A questão hoje não é perguntar se o nosso governo é muito grande ou muito pequeno, mas se ele trabalha – se isso ajuda famílias a encontrar trabalho e um salário decente, cuidados de que pode pagar, que seja uma reforma digna. Se a resposta for sim, temos a intenção de avançar. Se a resposta é não, os programas irão acabar. E aqueles de nós que gerem dólares do público serão responsabilizados pelas contas - para gastar com sabedoria, a reformar maus hábitos, e fazer os nossos negócios à luz do dia - pois só assim poderemos restabelecer a confiança indispensável entre um povo e seu governo.
Também não é a questão se o mercado é uma força para o bem ou mal. Seu poder de gerar riqueza e expandir a liberdade é inigualável, mas esta crise nos lembrou que, sem um olhar atento, o mercado pode ficar fora de controle e que uma nação não pode prosperar quando favorece apenas os bem-aventurados.
O sucesso da nossa economia sempre dependeu não apenas da dimensão do nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance da nossa prosperidade; da nossa capacidade de estender oportunidade para todos os dispostos de coração e não por caridade, mas porque é o caminho certo para o nosso bem comum.
Tal como para a nossa defesa comum, assim como rejeitamos a falsa escolha entre a nossa segurança e nossos ideais. Os nossos Fundadores, confrontados com perigos que dificilmente podemos imaginar, redigiram uma carta para assegurar o cumprimento da lei e os direitos do homem, uma carta difundida pelo sangue de gerações. Esses ideais continuam a iluminar o mundo, e não vamos abandoná-las por conveniência do amor.
E assim a todos os outros povos e governos que estão assistindo, hoje, desde as grandes capitais até a pequena aldeia onde meu pai nasceu: sabemos que a América é um amigo de cada nação e cada homem, mulher e criança que tem um futuro de paz e dignidade, e que estamos dispostos a levar mais uma vez.
Lembre-se que as gerações anteriores enfrentaram o fascismo e o comunismo não só com mísseis e tanques, mas com alianças fortes e duradouras condenações. Eles compreenderam que o nosso poder por si só não pode nos proteger, nem os dá direito de fazer como nós, por favor. Em vez disso, eles sabem que o nosso poder cresce através da sua utilização prudente; nossa segurança emana da justiça da nossa causa, a força do nosso exemplo, a têmpera das qualidades de humildade e moderação.
Somos os guardiões deste legado. Guiado por estes princípios, uma vez mais, podemos satisfazer essas novas ameaças que demanda ainda maior esforço, ainda maior cooperação e compreensão entre as nações. Vamos começar a deixar o Iraque responsavelmente para o seu povo, e criar um laço de paz no Afeganistão.
Como velhos amigos e antigos adversários, vamos trabalhar incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear, e enterrar o fantasma do aquecimento planeta. Não vamos pedir desculpas pela nossa forma de vida, nem vamos vacilar em sua defesa, e para aqueles que procuram fazer avançar os seus objetivos através da indução do terror e do assassinato de inocentes, dizemos-lhes agora que o nosso espírito é forte e não pode ser quebrado, vocês não podem durar mais que nós, e nós vamos derrotá-los.
Nós sabemos que o nosso patrimônio é uma colcha de retalhos de força, não de fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus – e não-crentes. Nós somos moldados por cada língua e cultura, feita a partir de cada extremidade da Terra, e porque temos marcas que provam o amargo de uma guerra civil e segregação, e surgiu a partir desse escuro capítulo mais forte e unida, não podemos ajudar, mas acredito que o velho ódio deve passar um dia e que as linhas das tribos devem se dissolver rapidamente; que, como o mundo cresce mais devagar, a nossa humanidade comum deve revelar-se, e que a América deve desempenhar o seu papel no início de uma nova era de paz.
Para o mundo muçulmano, buscamos um novo caminho a seguir, com base no interesse mútuo e no respeito mútuo.
Para os líderes em todo o mundo que procuram semear conflito, ou culpa seus males da sociedade sobre o Ocidente – sabemos que o seu povo irá julgá-lo sobre o que você pode construir, e não o que você destruir.
Para aqueles que se agarram ao poder através da fraude e da corrupção e da omissão, sabe que você está do lado errado da história, mas que vamos estender a mão se você estiver disposto a abrir o seu punho.
Para os povos de nações pobres, nos comprometemos a trabalhar junto com vocês para promover o seu crescimento e deixar florescer águas limpas de fluxo, para nutrir e alimentar seus corpos famintos e suas mentes.
E às nações, como a nossa, que gozam de relativa abundância, dizemos que não podemos permitir indiferença ao sofrimento fora das nossas fronteiras, nem podemos consumir os recursos mundiais, sem que se pense nas consequências. O mundo mudou, e temos de mudar com ele.
Como entendemos que o caminho que se desdobra diante de nós, que recordamos com gratidão aqueles bravos americanos que, neste momento, patrulham longínquos desertos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos dizer hoje, tal como os heróis que deixaram a mentira em Arlington sussurrar através dos séculos.
Honramos eles não só porque são guardiões da nossa liberdade, mas porque eles encarnam o espírito de serviço, uma vontade de encontrar sentido em algo maior que si. E ainda, neste momento – um momento que vai definir uma geração - que é precisamente esse espírito que devemos viver todos nós. Para tanto como governo pode fazer e deve fazer, é, em última instância, a fé e a determinação do povo norte-americano sobre o qual assenta esta nação.
É a bondade de ajudar um estranho quando o leme quebrar, o altruísmo de trabalhadores que preferem perder suas horas do que ver um amigo perder o seu trabalho que nos vê através de nossas horas mais negras. É a coragem do bombeiro na tempestade, numa escada cheia de fumaça, mas também uma vontade da mãe para alimentar uma criança, que finalmente decide o nosso destino.
Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com os quais podemos atingi-los são novos. Mas os valores em que assenta o nosso sucesso – trabalho duro e honestidade, coragem e lealdade, a tolerância e a curiosidade, lealdade e patriotismo – estas coisas são antigas. Essas coisas são verdadeiras. Elas têm sido a força tranquila de progresso ao longo da nossa história.
O que se espera então é um regresso a estas verdades. O que se exige de nós agora é uma nova era de responsabilidade – um reconhecimento, por parte de todos os americanos, que temos deveres para com nós mesmos, nossa nação e o mundo, os direitos que não aceitam de má vontade, mas sim aproveitar bem humorados, firmes no conhecimento de que não há nada que corresponda ao espírito, a fim de definir a nossa personagem, não dando a todos os nossos uma tarefa difícil.
Este é o preço e a promessa de cidadania. Esta é a fonte da nossa confiança - o conhecimento de que Deus nos exorta a moldar um destino incerto. Este é o sentido da nossa liberdade e nosso credo , por que homens e mulheres e crianças de todas as raças e de toda a fé pode aderir em comemoração toda esta magnífica empreitada, e por um homem cujo pai menos de sessenta anos atrás não pode entrar em um restaurante local agora diante de vocês presta o mais sagrado juramento.
Então vamos gravar este dia com a lembrança, de quem somos e ao que já foi percorrido. No ano de nascimento da América, no frio de meses, um pequeno grupo de patriotas acenderam fogueiras nas margens de um rio gelado. A capital foi abandonada. O inimigo foi avançando. A neve estava manchada com o sangue. Numa altura em que o resultado da nossa revolução foi posta em dúvida, o pai da nossa nação ordenou serem lidas estas palavras ao povo:
“Que seja dito para o futuro no mundo… que a profundidade do inverno, quando nada, mas esperança e força poderia sobreviver... o que a cidade e o país, alarmado com um perigo comum, veio ao encontro [ele]".
América, diante de nossos perigos comuns, neste inverno do nosso sofrimento, temos de nos lembrar dessas palavras atemporais. Com esperança e força, vamos mais uma vez enfrentar o bravo rio de gelada correntes, e suportar tempestades que podem vir.
Diga-se para os filhos de nossos filhos que, quando foram testados que se recusou a deixar que esta jornada final, que nós não temos que voltar atrás, nem vacilar, e com os olhos fixos no horizonte e a graça de Deus sobre nós, procedemos diante daquele grande dom da liberdade e entrega-lo em segurança para as futuras gerações."

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Em memória do 'Peixe'.

Sob construção...

domingo, 4 de janeiro de 2009

Como pinturas em telas,
Vejo minhas amizades;
São arrebóis e são tardes
De conversas nas janelas,
Conservo todas, e elas,
Fazem tão bem para mim,
Cada uma é quão jardim
Cheia de grama onde deito
Eu fico tão satisfeito
E massageado, sim!

Sinto-me solto e liberto!
Tenho amizades, eu sei,
Onde ajuda encontrarei
É este o local mais certo,
Mesmo longe sinto perto.
Amigos: grande suporte,
Tenho aqui meu passaporte,
Sei que vou achar abrigo,
Quando esta máquina eu ligo,
Meu coração bate forte!

É tão bom ter amizade;
Melhor até que parente
Amigo escolhe a gente,
Por isso que tem verdade.
Pra ter boa qualidade
Não pode ser só cutânea
Amizade é conterrânea
Do amor lindo e fraterno
É filha do pai eterno,
Nasce na gente espontânea!


Zé Salvador.

JARDIM SECRETO

No meu coração há
um jardim secreto
onde flores jamais serão
arrancadas murchadas
morrerão.

Um jardim secreto
onde dia e noite
e noite e dia
está completamente pleno
de poesia.

Um jardim secreto
vivo e viril em todos os
sentidos de essências
e o que for escritos.

No meu coração há
um jardim secreto
que é jardim e que
é canção.

Sérvio Túlio de Mascarenhas Lima

POEMA DOS MEUS OUVIDOS

Os meus ouvidos
não apenas ouvem

os sinais da vida
mas lêem os sinais da vida
escrevem os sinais da vida
vivem os sinais da vida.




Sérvio Túlio de Mascarenhas Lima