José
Um novelo de medo e angústia
Brincando de roda com o desespero.
Um traço patético, estúpida astúcia.
Mergulhado em lamúria por inteiro.
Tolice, ainda há esperança.
Loucura, ainda há solução.
Oculta na mão trêmula da criança
esquecida peito a dentro, ilusão.
Fantasia o lugar de onde venho
com ternura a embalar.
melancolia em disfarce o que tenho
namorada perfeita ao luar.
Suposto poeta, triste e frustrado.
Vagueando solitário vida afora.
Observando o caos do mundo, deslocado.
À procura da rima final.
J. C. Santos
domingo, 25 de julho de 2010
Texto de um amigo - JC Santos
Postado por Kathariny Rios às 13:10 0 comentários
Marcadores: Escritos Alheios.
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