O tempo vai passando. Pessoas vão passando.
Amigos vão entrando em nossas vidas. Amigos ficam pelo caminho.
Amigos permanecem ao nosso lado.
Cada amigo deixa uma marca. Cada marca conta uma história.
Histórias antigas, histórias recentes.
Histórias boas, outras nem tão boas assim.
Histórias que viram livros.
Histórias que viram livros.
Vamos crescendo, amadurecendo, envelhecendo...
E essas histórias não se apagam.
Podem estar empoeiradas ou amarelecidas, mas estão sempre lá.
Só esperando que as espanemos um pouco, e elas se contam novamente.
Como se nunca tivessem sido guardadas.
Só esperando que as espanemos um pouco, e elas se contam novamente.
Como se nunca tivessem sido guardadas.
Neste fim de ano façamos um acordo.
Pegue um espanador. Isso mesmo, um espanador.
Remova seus livros daquelas caixas no porão da memória.
Com calma vá tirando o pó de cada um.
Um por um abra-os, folhei-os. Vire página por página.
Relembre suas histórias. Tente lembrar-se de quem é aquele rosto ao seu lado.
Dê risadas. Chore.
É sempre bom deixar que as lágrimas lavem nossa memória.
Tudo fica mais claro, calmo e melhor.
Dê risadas. Chore.
É sempre bom deixar que as lágrimas lavem nossa memória.
Tudo fica mais claro, calmo e melhor.
Com os livros limpos é hora de organizá-los.
Abrir espaço para novos livros.
Repletos de histórias e fotos dos que vão passando por sua vida
enquanto o tempo vai passando.
Abrir espaço para novos livros.
Repletos de histórias e fotos dos que vão passando por sua vida
enquanto o tempo vai passando.
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